Não sei o que fazer com os post-its

Não sei o que fazer com eles. São memórias de uma época boa, ou que pelo menos eu achava ser boa. São conversas e palavras que não se repetirão. Nenhuma mágoa ou tristeza, e até a palavra amor em um deles.
Guardar me parece incorreto, mas jogar fora não é justo.
Não sei o que fazer com eles.

Advertisements

Não existe idade para amar

Hoje pela manhã enfrentei o transporte público de todo dia para ir trabalhar: ônibus, metrô, ônibus. Mais um dia na minha rotina “agitada”. Qual não foi minha surpresa ao presenciar uma cena super fofa no metrô?

Estava olhando pro nada, pensando na vida, quando dois idosos entraram no vagão: uma senhora com traços indígenas, poucos cabelos brancos e uma mochila com flores rosas e azuis e um senhor com bigode e uma pasta de couro preta. Cederam os lugares para os dois, que entraram conversando. Então o senhor de bigode começou a falar algo mais baixo para a senhora das flores, e ela começou a rir sem graça. Ele então abriu a pasta de couro, pegou um caderno verde e uma caneta, e pediu o telefone da senhora. Ela passou, toda sem graça, e ele anotou todo sorridente. E todos no vagão olhavam aquela cena e sorriam, provavelmente imaginando como situações dessas são difíceis de encontrar nos dias de hoje.

Dica do dia: não deixe de acreditar. Em algum momento da sua vida você encontrará uma pessoa com um caderno verde, que te fará lembrar como amar é bom!

coração-vermelho-sobre-o-verde-23979071

Hakuna Matata

Já começo avisando que o título do post não está relacionado a nada que escreverei aqui hoje. Foi apenas para chamar a atenção.

Esclarecido esse ponto, posso começar.

 

Tem uma frase no livro “As Vantagens de Ser Invisível” que me toca sempre que vejo em algum post no Facebook ou no Instagram. (Para quem não sabe, esse livro mexeu bastante comigo. Até publiquei um poema aqui.) Eu fico puta quando leio porque no fundo eu sei que é verdade.

As vantagens de ser invisível.png

 

Se nos rebaixamos a algo incompleto ou que não nos faz feliz é porque achamos que merecemos isso. Você pode até dizer: Claro que não! Você está louca!

Então eu te pergunto: Se isso é mentira, por que continuamos nos rebaixando? Por que ficamos com pessoas que não nos fazem feliz?

Sabemos que merecemos mais, porém ficamos com medo de ficarmos sozinhos, ou de não encontrarmos alguém “bom o suficiente”. Nisso, acabamos empurrando com a barriga situações que não são legais.

Quando eu falo isso, não estou falando apenas sobre vida amorosa ou sentimental. Estou falando também da nossa vida profissional, da nossa vida acadêmica. Isso se adequa a tudo!

Vamos pensar um pouco.

Quando suas escolhas são caras

Todo mundo já passou por uma situação envolvendo outra pessoa, que você achava ser a ideal. Ou que você pensava que valia a pena investir. Ou talvez alguém para se divertir.
Vocês começam a conversar, marcam alguma coisa e saem.
E no mês seguinte, depois que nada deu certo, você recebe a fatura do celular com mais de R$ 100,00 de ligações interurbanas porque o chip da criatura era DDD 012.
Tudo lindo e maravilhoso!

Lá lá lá lá lá lá, so so what?

Estou sentada em um ônibus cheio, escutando Rihanna e Shakira e pensando. Sobre o que? Sobre as coisas que acontecem no metrô.
Já pararam pra ver que coisas bizarras e bonitinhas podem acontecer no transporte público?
MENTIRA!
Vou falar sobre outra coisa. Não quero imaginar outros tipos de transporte público enquanto estou dentro de um. Podia ser pior, pelo menos estou sentada.
Enfim, qual será o assunto de hoje…
Blogs!

Eu acompanho poucos blogs, confesso. Mas os poucos que acompanho parecem ser super delicados… MENTIRA! Não vou falar sobre blogs. Sinto recalque porque poucas pessoas lêem o meu.

Já sei! Vou falar sobre motel.
Hoje no trabalho esse foi o assunto do final da tarde. As meninas conversando sobre qual é o pior, qual o melhor.
É necessário levar uma necessarie? Sim, a resposta foi unânime.
E um lençol? Não, é coisa de gente cafona.
E então cheguei a simples conclusão de que não posso participar dessa conversa, porque não sei como é. Quero saber? Não sei. Não é algo que me apetece. Ou que preciso desesperadamente saber como é.

Quando eu for vou escrever um texto de 20 páginas falando sobre isso.

Enquanto isso, fico na imaginação mesmo, o que não é nada mau, se é que me entendem.

Sobre futilidades

É tão ruim assim ser fútil? Não sei.
Cheguei a conclusão que não é um crime ter um pouco de futilidade em algumas situações.
Hoje vamos falar de Hinode.
Aplausos!
😍
Gente, eu nunca mais quero viver sem espuma para banho. NUNCA MAIS!

Após meu recado motivacional, vou dormir.
PS: leiam meu livro!

Beijos de luz