Uma Viagem a Dublin – Parte 2

Olá Brasil, olá você aí de casa!

kkkkkk

No meu primeiro post sobre meu intercâmbio eu parei no aeroporto, sentada em frente ao terminal U. Querem saber como continuou?

Bem, realmente todas aquelas pessoas que sentaram ao meu lado eram brasileiros. Em torno de 20 pessoas. E graças a Deus que eram do Brasil, porque isso me ajudou demais!

Pra começar, o horário do voo foi chegando, e não aparecia ninguém no portão U. Então um dos monitores do grupo de brasileiros fala: olha, eu vi na placa que mudou para o portão S23. Levantei e fui atrás deles. No portão S23, a moça confirmou que era ali, porém o voo estava 30 minutos atrasado. Normal.

9:30 a entrada foi liberada. A entrada até o avião? Não! Fomos todos até um ônibus. Esse ônibus rodou 15 minutos, e parou onde? No portão U!

¬¬

Bem, entramos no avião. Estava cheio. Tivemos que sentar nos lugares que estavam vazios. E as aeromoças só falavam espanhol. A comida era paga. Um horror!

Cheguei em Dublin.

Na Imigração a moça super simpática elogiou meu inglês (fiquei me achando kkk). Encontrei o motorista da escola e um brasileiro. Viemos conversando. O motorista me deixou dentro da faculdade, pois segundo minha documentação eu ficaria na acomodação para alunos, dentro do Campus.

Qual não foi minha surpresa ao me falarem que meu nome não constava na lista de reserva, e que não havia nenhuma vaga disponível? Fiquei em pânico. O Daniel, moço que trabalha na universidade, falou pra mim: por que você não vai dar uma volta pela cidade, depois você volta pra vermos se conseguimos resolver?

Fui andar pela cidade. Andei até dizer chega. Parei em um café, comi. O sanduíche era imenso! A moça embrulhou para viagem. Ela ainda não sabe, mas vai para o céu.

Voltei para a escola. O Daniel falou que não tinham conseguido resolver, para eu voltar amanhã. Comecei a chorar. Ia ficar na rua, com várias malas! Então ele me entregou uma cópia de uma reserva, em meu nome, em um hotel. Só uma noite. Peguei o táxi e fui.

Cheguei no hotel. Fui entrar no elevador e um pedaço da minha mala quebrou. Justo o apoio de pé. E pra carregar três malas até o elevador? Mas sou forte, dou conta. Fiz o check-in, subi pro meu quarto.

Banheira!!!!!!! Fiquei uma hora naquela banheira divina, cheia de água quente. Sonho meu…

Dormi muito! Acordei no outro dia e tomei banho, para ir pra escola. Foi então que bateu a fome. E percebi que nõa tinha refeição incluída na reserva. Então eu lembrei do sanduíche. Não disse que a moça ia para o céu? Comi, e andei uns 15 minutos até a escola.

Na escola, me encaminharam para a recepção, onde seríamos encaminhados para fazer o teste. Fui até a recepção e encontrei o brasileiro do aeroporto. Leonardo, o nome dele. Coincidência? Eu não sei.

Então fomos informados de que o teste só aconteceria às 12:30. Fui conversar com uma moça, sobre o meu problema. Era brasileira! ❤

Nathalya. Ela me explicou que eu ficaria no hotel até quarta-feira, e que eles estavam tentando encontrar uma Host Family pra mim. Me conformei e saí com o Leonardo para comprarmos um chip, porque a Claro não funciona aqui. ¬¬

Detalhe: não é porque somos brasileiros que temos que falar português. Então ficamos o tempo inteiro conversando em inglês.

Fomos até o supermercado Tesco. Achamos um guarda-chuva. Essa parte é importante porque nenhum de nós trouxe guarda-chuva na mala, e estávamos ensopados.

Depois achamos uma loja de 1 real!! Comprei adaptadores de tomada, porque o que eu trouxe do Brasil não funcionou. Nunca mais compro na Cirilo Cabos.

Andamos até a Grafton Street. Como nossos celulares não funcionaram, estávamos só com mapas de papel fornecidos pela escola e o meu dicionário. Na Grafton encontramos trocentas lojas! Já sei onde vou comprar as lembranças do povo. Entramos em uma loja que vendia acessórios para IPhone. Pedi um chip. E o moço me falou que era de graça!!!!!

Carreguei £10 no meu celular, e consegui ligar pra casa. Gastei £1 pra falar 5 minutos. Não achei tão caro, já que era uma ligação internacional. Mas a internet não funcionava de jeito nenhum.

Voltamos para a escola, e fomos almoçar. Meu, que comida mais gordurosa! Comi uma lasanha que acabou com meu estômago.

A lasanha assassina!

A lasanha assassina!

Fizemos o teste, e caí no nível B1, intermediário. Fiquei super feliz!!

Nisso a Nathalya me fala que achou uma família para mim, e que eu me mudaria a noite!

E depois eu continuo, porque o livro do Drácula está muito interessante!

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