Ahh, o afeto

Gente, o que dizer do afeto? Nada e tudo.

Um dia acordamos e pensamos: putz, queria tanto um abraço hoje!

No dia seguinte alguém vem nos abraçar e nós simplesmente falamos: ahh, hoje não tô afim!

Pô criatura, decida-se! O que você quer?

Então hoje, olhando meu signo no site do Estadão, me deparo com uma descrição exata do que estava sentido!

Para quem não teve a oportunidade de ver, eis o que eu li:

No fim, tudo que queres é um agrado, um cafuné, afeto sincero, calor humano. Até os espíritos mais críticos e questionadores, os rebeldes e cheios de ira por existir neste mundo infame assim se manifestam porque lhes falta afeto. Observa senão, quando o mau humor toma conta de tua consciência se isso não é mesmo efeito de não teres recebido afeto no exato momento em que havia essa necessidade. Poderias chamar isso de uma crise de birra, e talvez seja, mas isso não diminui o valor que a natureza humana outorga ao afeto, que é uma conexão sensível e palpável, ainda que não ingresse exclusivamente por nenhum dos sentidos físicos, pois é algo mais do que isso. Afeto é o que precisas e afeto é o que vincula tua presença a outrem, o fato inegável da experiência humana, o relacionamento.

Não disse tudo?

O momento é essencial, gente! Não venham me abraçar quando eu não estiver afim, porém quando eu precisar não custa nada!! É só olhar nos meus olhos que você vai ver o que eu digo.

Beijinhos de Luz!

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